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Psicólogos!!

por Alice, em 26.05.11

A conselho de amigas, marquei um dia destes uma consulta num psicólogo. Primeira consulta! Imaginei encontrar à frente um senhor (já sabia que era homem),  com experiência de vida, com experiência profissional, com ar de competente, se é que se pode ter ar de alguma coisa, principalmente de competência,  mas dá para perceber a ideia.

 

Chego ao consultório e surge um quase menino, acabado de se formar, a quem, indevidamente, reconheço que não sei nada sobre ele, mas a quem  não reconheço experiência de vida nenhuma para estar ali a dar palpites sobre os infortúnios da vida alheia.

 

Foram 90 minutos em que ele tentava "sacar" informação, em que  dizia piadas sobre o que eu pensava sobre determinadas situações, em que se ria sempre que sugeria algum pensamento diferente do meu e eu conscientemente acabava por lhe dar razão acerca dessa perspectiva diferente...

 

As consultas de psicologia são sempre assim? Saí de lá desanimada e crente de que lá não volto a pôr os pés...

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Estás aí? Não. Continuas aqui...

por Alice, em 11.11.10

Hoje sonhei contigo. O tempo vai passando mas ainda não levou um bocadinho que fosse da dor, das saudades, do amor.

Deixamos de falar porque achei que seria mais fácil, e é, não ouvir a tua voz, não ler as tuas mensagens, leva-me a que passe menos tempo a olhar para o telemóvel, para ver se há notícias tuas, porque sei que não vais ligar e vais fazer exactamente o que te pedi, distância e nenhum contacto. Mas mesmo assim isto não melhora.

Entretanto decidi inventar uma paixão. Achei que se andasse entretida a mentalizar-me que gostava de outro seria mais fácil,  esforcei-me por me apaixonar, esforcei-me por acreditar que gostava de outra pessoa. Não resultou, nem eu me convenci, nem me apaixonei.  Salvaguardei-o e nunca lhe disse, foi uma paixão unilateral. O que o desgosto me faz fazer...

Agora estou convencida que vou demorar muito tempo até colar todos os bocados do meu coração. Tempo que eu não queria dispor nem queria perder, mas vai mesmo ser assim. Mas também estou convencida que não me vou dar por vencida, vou acreditar que um dia vai passar e vou voltar a amar, e ser amada, e ser feliz.

Aproxima-se a época natalícia e tenho medo de me ir ainda mais abaixo, já sofro por antecipação. Este ano não vai haver a "nossa" árvore, as "nossas" prendas, a "nossa" ceia de Natal. Este ano vai ser no singular e no entanto no meio de tanta gente...  

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A Vida escolhe-nos. Não se sabe de onde mas no momento da concepção, dá-se aquele pequeno milagre, em que as células se unem e de repente surge o ser humano. Ser humano que vai ser, vai sentir, vai querer, vai ter, vai morrer.

Do alto dos meus pequenos 34 anos, já fiz escolhas várias. Escolhas que na altura foram as mais acertadas mas que acabaram por condicionar muitos dos meus projectos para o futuro, but no regrets for that. A minha não é de todo aquela que eu queria que fosse, aquela que eu idealizei. É aquela que foi sendo fruto das minhas opções. E as minhas opções, levaram-me cada vez para mais longe do meu ideal de vida,  da vida que sonhei ter.

 

A vida não é um todo indivisível. A vida é o conjunto de campos que vou coleccionando, que vão chegando lentamente uns atrás dos outros. Há o profissional, há o sentimental, há o familiar, há o das amizades, e tantos quantos quisermos juntar ao rol. Quando qualquer um destes passa por um infortúnio, ele repercute-se nos outros campos.

Tenho neste momento dois desses campos a atravessar uma fase negativa e sinto que não tenho ferramentas nem poder para contornar os obstáculos, e isso deixa-me deprimida. Quero ter domínio sobre a vida, não quero que ela me domine. Sinto-me uma espectadora de um reallity show  privado.

 

 

 

 

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A ginástica e... eu.

por Alice, em 12.10.10

A semana passada fui experimentar uma aula de step/body pum/pilates/aérobica (weird, i know, trust me!!!) e fiquei fã.

 

Como era a primeira aula, só conhecia a amiga com quem fui, limitei-me a ficar num cantinho, tentar passar o mais despercebida possível, longe dos olhares "olha-me-esta-com-menos-de-50kg-vem-praqui-meter-nojo" ameaçadores das outras mulheres, (nós somos fodidas umas para as outras), que não sendo obesas, e não o eram, eram só um pouquinho mais fortes que eu; ou eu, um pouquinho mais magra que elas... We'll never know!!! E depois, as magras também precisam de fazer exercício, isto não é só para emagrecer, é acima de tudo por questões de saúde, faz bem ao corpo e à alma.

 

O esforço maior foi  tentar conciliar o meu ritmo com o ritmo do resto das pessoas. Sempre que a "turma" ia para a direita, eu ia para a esquerda, andava sempre no sentido contrário ao do resto do povo. Falta de jeito, falta de prática. Depois foi suportar durante 1h aquele tipo de música que não chega a ser house mas anda lá perto. Mas dou a mão à palmatória, não há melhor para o efeito por causa do ritmo que tem.

 

Como não tenho o hábito de lanchar, raramente tenho fome durante a tarde, lá fui eu às 8h, ter à escola. Cheguei e deu para ver a turma anterior a acabar a aula e fiquei com medo. Só tinha comido praí uma sopa, ainda me dava o fanico e era uma vergonha, desfalecer ali no meio de tanta gente invejosa. A meio da aula, encostei uns minutos às boxes porque comecei a ficar ourada e cheguei a temer o pior. Mas, sou forte e bebi um bocado de água e lá continuei, "seja o que Deus quiser", pensei eu na altura. Hoje tratei de trazer um pãozinho com queijo e uma maçã, que comi com sacrifício, mas é preferível a cair para o lado.

 

Hoje é a segunda aula. Espero sobreviver mais uma vez {#emotions_dlg.blink}

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Matem-me e espanquem-me.

por Alice, em 11.10.10

Gosto de ver televisão. Sou viciada em séries, gosto de ver alguns programas de informação, mas como agora o tema como tem vindo a ser sempre o mesmo, a crise e o orçamento e o orçamento e a crise, que   tenho desligado um bocado desse tipo de programas.

 

Dentro das séries gosto das de animação, tipo Simpsons e Family Guy e American Dad. Depois gosto dos CSI's, e por fim daquelas séries sobre a vida americana tipo Donas de casa desesperadas, O sexo e a cidade (já extinta), Lipstick Jungle e por aí. A adição é tal que vejo o mesmo episódio da mesma série 10 vezes se for preciso. Basta fazer um zapping pelos canais da Cabovisão e se estiver a dar é aí que paro.

 

Ultimamente andava entusiasmada com o Ídolos, acho aquela parte dos castings o máximo, não percebo como é possível tanta gente achar que sabe cantar. Tenho até uma teoria, acho que são pagos para lá irem fazer aquelas figuras.

Agora, desde que começou A Casa dos Segredos, não lhe consigo resistir. É a minha costela voyeurista, era incapaz de participar num qualquer concurso de televisão, mas gosto de estar ali alapada a ver aquela porcaria, já quando dava o Big Brother era assim, não perdia.

Disseram-me este fim de semana que sou a pessoa com o gosto mais duvidoso no que toca a programas de televisão, e eu até acredito...

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